Ele explicou que, mesmo após pedidos para corrigir falhas nas ruas e no sistema de água, a situação voltou a piorar no final de 2025. Moradores enfrentaram água suja, falhas no abastecimento e contas mais caras, sem explicação clara.
“É uma relação difícil e que não queremos mais”, afirmou.
⚠️ E EM PASSO FUNDO?
A
situação levanta uma pergunta importante para moradores de Passo Fundo:
👉
E aqui, como fica?
Assim
como em Carazinho, muitos moradores relatam:
💧
Falta de água
💧 Água com qualidade questionável
💸 Contas altas
🚧 Problemas após obras
A decisão
de Carazinho pode abrir um precedente importante na região. Caso o rompimento
avance, outras cidades podem seguir o mesmo caminho.
⚖️ Processo será legal e pela AGERGS
O prefeito destacou que o contrato não será encerrado de forma imediata. O município vai abrir um processo formal na AGERGS, que é responsável por analisar o caso.
A decisão vem após uma ação da Defensoria Pública, que chegou a obrigar a empresa a tomar medidas, mas foi suspensa pelo Tribunal de Justiça. O entendimento foi de que o tema deve ser resolvido pela agência reguladora.
A prefeitura agora vai reunir provas técnicas e jurídicas para comprovar as falhas da empresa. O processo pode levar cerca de seis meses.
💰 Indenização pode mudar
Caso o contrato seja encerrado por falha da empresa, a indenização será paga em condições definidas pelo município, e não pela Corsan/Aegea. Isso dá mais segurança jurídica para a cidade.
🔄 O que pode acontecer depois
A prefeitura já estuda alternativas para o futuro do serviço de água:
- Criar uma empresa municipal
- Ter gestão pública com operação terceirizada
- Fazer uma nova licitação
O prefeito não descarta um modelo parecido com o da Eletrocar, empresa pública de energia da cidade.
⚠️ Problemas e multas
O município já aplicou multa de R$ 47 mil e criou leis para tentar controlar os problemas, como regras para obras nas ruas. Mesmo assim, segundo o prefeito, a empresa recorre das penalidades e atrasa soluções.
🚰 Qualidade acima de tudo
João Pedro afirmou que não adianta manter o contrato só para cumprir o marco do saneamento se o serviço continuar ruim.
“Não adianta ter rede se a água chega suja, falta abastecimento e as ruas ficam destruídas”, disse.
Ele garantiu que não vai assinar novos aditivos e que tudo será feito com segurança jurídica para evitar que a empresa volte por decisão judicial.
Fonte: Gazeta
Editado por Jefferson
Gauchão
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