Menos trânsito, mais mobilidade: as obras que podem transformar Passo Fundo a partir de 2026

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Depois de anos convivendo com congestionamentos, longas voltas desnecessárias e calçadas pouco convidativas, o Departamento de Mobilidade Urbana colocou no papel um plano ambicioso para 2026. A proposta não é apenas abrir ruas ou reformar pavimento. É reorganizar a cidade para torná-la mais fluida, mais acessível e mais humana.

Uma cidade que cresceu — e precisa se atualizar

Passo Fundo mudou. Cresceu, se expandiu, ganhou novos polos de circulação. O que antes funcionava no trânsito hoje já não responde à realidade atual.

Foram três meses de estudos técnicos, simulações em softwares avançados e análise de dados para mapear gargalos e projetar soluções inteligentes. O diagnóstico é claro: a mobilidade precisa ser redesenhada com base em evidências, não em improvisos.

Como destacou a coordenadora Eliara Riasyk Porto, as informações precisam ser constantemente atualizadas porque o trânsito é dinâmico. E ignorar essa transformação custa tempo, dinheiro e qualidade de vida.


Abertura de vias estratégicas: menos volta, mais conexão

Duas intervenções estão no centro do plano: a abertura das ruas Uruguai e Eduardo de Brito.

Na Rua Uruguai, o trecho entre Rodrigues Alves e Manoel Portela deverá conectar a área da antiga Cesa aos fundos da prefeitura, próximo ao CTG Lalau Miranda. Na prática, isso significa encurtar trajetos e aliviar a pressão sobre vias já saturadas. A previsão é iniciar as obras ainda neste ano, com liberação prevista para 2027.

Já na Rua Eduardo de Brito, as negociações avançam junto à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) para viabilizar a abertura de uma nova ligação na região central. Estudos topográficos e técnicos estão sendo preparados por meio de um termo de cooperação.

Essas quadras longas — tanto do quartel quanto da antiga Cesa — hoje obrigam pedestres, ciclistas e motoristas a percorrer distâncias maiores do que o necessário. A abertura dessas vias representa mais do que uma nova rua: representa tempo devolvido às pessoas.

Rua Morom: do asfalto comum a um espaço compartilhado

Outro ponto estratégico é a transformação da Rua Morom, no centro.

O projeto prevê o conceito de “rua compartilhada”, em que o nível da pista se iguala ao da calçada. Isso reduz a velocidade dos veículos, prioriza o pedestre e melhora a convivência entre diferentes modais.

Além da nova estética, a proposta inclui calçadas mais qualificadas, reorganização de estacionamentos e pavimentação adaptada para tráfego moderado. O objetivo é claro: tornar o centro mais seguro, mais atrativo e mais funcional.

A previsão é concluir os documentos técnicos no primeiro semestre de 2026, lançar a licitação em maio e iniciar as obras em agosto.

Segurança e transporte coletivo entram no radar

O plano não se limita a obras físicas. A gestão também pretende realizar uma auditoria completa no transporte coletivo, ouvindo usuários e analisando rotas, eficiência e demandas reais.

Com a abertura de novas vias, ajustes nas linhas de ônibus não estão descartados. A lógica é simples: se a cidade muda, o sistema de transporte precisa acompanhar.

A segurança viária também será prioridade, com novos estudos e monitoramento de dados.

Transparência e participação: informação acessível para todos

Outra iniciativa prevista é a criação de um canal online que reunirá mapas, ciclovias, dados de acidentes, informações sobre transporte coletivo e indicadores de mobilidade. A proposta é centralizar dados e permitir que a população acompanhe as transformações com mais clareza.

A plataforma deve ser lançada nos próximos meses.

Passo Fundo não está apenas abrindo ruas. Está abrindo caminhos para uma cidade mais eficiente, segura e conectada.

Mas planejamento só se transforma em resultado com acompanhamento e participação da população.

A mobilidade urbana impacta todos nós — seja no tempo que levamos para trabalhar, na segurança ao atravessar uma rua ou na qualidade do centro da cidade.

Agora é o momento de acompanhar, cobrar e participar. Porque uma cidade melhor não se constrói apenas com obras, mas com envolvimento coletivo.

Fonte: GZH

Editado por Jefferson Gauchão

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Temporal atinge a região Sul do Estado e causa destelhamentos em áreas rurais

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A região Sul do Estado foi atingida por um forte temporal na manhã desta quinta-feira (12), deixando um rastro de danos, principalmente em áreas rurais. Rajadas intensas de vento provocaram destelhamentos e mobilizaram equipes da Defesa Civil em diferentes municípios.

Em Pedras Altas, o vendaval atingiu com mais força a zona rural, especialmente o Assentamento Bom Viver, na localidade da Várzea. No local, algumas residências e galpões foram parcialmente destelhados. Moradores relataram momentos de apreensão com a força do vento, que arrancou telhas e espalhou estruturas leves pelas propriedades.

Apesar dos danos materiais, não há registro de feridos até o momento. A prefeitura e a Defesa Civil acompanham a situação e avaliam a necessidade de apoio às famílias atingidas, além do possível fornecimento de lonas para cobertura emergencial das casas afetadas.

Já em Rio Grande, a Defesa Civil iniciou o levantamento dos estragos, com atenção especial à região do Taim, onde também houve registro de ventos fortes. Equipes percorrem as áreas atingidas para contabilizar danos em residências, estruturas rurais e possíveis impactos em vias de acesso.

A instabilidade climática faz parte de um sistema que avança pelo Estado, trazendo chuva e rajadas de vento em diferentes pontos da região Sul. As autoridades orientam que a população redobre os cuidados durante temporais, evitando permanecer próximo a árvores, postes ou estruturas frágeis, e acionando os órgãos competentes em caso de emergência.

Novas atualizações devem ser divulgadas ao longo do dia conforme o avanço do levantamento oficial dos prejuízos.

Fonte: Correio do Povo

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Suspeito de duplo homicídio é encontrado morto em frente à Brigada Militar em Santa Clara do Sul

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 O homem suspeito de matar a ex-companheira e o ex-marido dela em Santa Clara do Sul, no Vale do Taquari, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (11). O corpo de Elton Luiz Leuze, de 58 anos, estava em frente à sede da Brigada Militar.

De acordo com a polícia, os agentes chegaram ao local por volta das 6h e encontraram o corpo. Moradores da região disseram ter ouvido um tiro por volta das 5h da manhã. A principal suspeita é de que ele tenha tirado a própria vida.

Leuze estava sendo procurado desde terça-feira, quando teria invadido a casa da ex-namorada com uma caminhonete e atirado contra pessoas que estavam no local.

Juliane Cristina Schuster, de 30 anos, foi encontrada morta dentro do banheiro da casa. Ela tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro. O pai das duas filhas dela, Fabiano Luís Fleck, de 37 anos, também morreu após ser atropelado e baleado.

O atual namorado de Juliane, de 45 anos, ficou gravemente ferido. Ele foi socorrido pelos bombeiros e levado ao Hospital Bruno Born, em Lajeado, sendo depois transferido para Porto Alegre devido à gravidade dos ferimentos.

Uma das filhas de Juliane, de cinco anos, estava na residência no momento do ataque. A menina ficou trancada em um quarto durante a madrugada e só conseguiu pedir ajuda ao amanhecer.

Medida protetiva estava em vigor

Juliane havia conseguido na Justiça, em 24 de novembro de 2025, uma medida protetiva contra Elton. Ela relatou à polícia que manteve um relacionamento com ele por quase dois anos, mas decidiu terminar após episódios de violência.

Segundo o registro, o ex-companheiro passou a procurá-la com frequência no mercado onde ela trabalhava, além de enviar mensagens insistentes. Juliane informou que temia continuar sendo importunada e pediu proteção judicial.

A Justiça determinou que Elton não poderia se aproximar dela, dos familiares e das testemunhas, mantendo distância mínima de 100 metros. Ele também estava proibido de fazer qualquer tipo de contato, inclusive por telefone ou redes sociais, e não podia frequentar o local de trabalho da vítima.

Além disso, deveria participar de grupos de reeducação e acompanhamento psicossocial. A decisão previa prisão em caso de descumprimento. A medida tinha validade de seis meses e estava ativa quando o crime ocorreu.

Não há registro de novas denúncias feitas por Juliane após a concessão da proteção.

O suspeito também tinha ocorrências anteriores, registradas em 2007, 2008 e 2021. Em um dos casos, outra mulher relatou ter sido ameaçada e disse que precisou mudar de cidade por medo.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades.

Fonte: ZH


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Fim da escala 6x1 pode elevar custo de serviços em 6,5%, diz Ipea — e acende alerta sobre desemprego

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A proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias e descansa um — voltou ao centro do debate nacional e já provoca forte reação no setor produtivo. Segundo estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a mudança pode elevar os custos no setor de serviços em até 6,5%, impacto que tende a ser repassado ao consumidor e pode provocar reflexos diretos no mercado de trabalho.

A discussão ocorre em meio à tramitação de propostas no Congresso que buscam reduzir a jornada semanal e ampliar períodos de descanso. Defensores da medida argumentam que a mudança melhora a qualidade de vida do trabalhador, reduz o adoecimento e aumenta a produtividade. No entanto, empresários e economistas alertam para efeitos colaterais relevantes — especialmente em setores que dependem de mão de obra intensiva, como comércio, bares, restaurantes, supermercados, segurança e transporte.

Pressão sobre custos e risco de demissões

De acordo com análises econômicas, a redução da escala sem diminuição proporcional de salários obrigaria empresas a contratar mais funcionários para manter o mesmo nível de operação. Isso significa aumento na folha de pagamento, encargos trabalhistas e custos operacionais.

Em um cenário de margens já apertadas, especialmente para pequenas e médias empresas, a tendência seria repassar parte desse custo ao preço final dos serviços. O resultado pode ser duplo: inflação no setor e redução do consumo. Com menor demanda, empresários podem optar por enxugar quadros, automatizar processos ou terceirizar serviços — movimento que pode gerar demissões formais.

Especialistas apontam que setores com menor capacidade de absorver custos extras seriam os mais afetados. “Quando o custo sobe e o consumo não acompanha, a conta fecha com corte de vagas”, avaliam analistas do mercado.

Terceirização e informalidade podem crescer

Outro efeito esperado é o aumento da terceirização. Para reduzir encargos diretos, empresas podem migrar parte da operação para prestadores de serviço. Embora legal, essa estratégia pode alterar a dinâmica de vínculos empregatícios e reduzir estabilidade para trabalhadores.

Há também preocupação com o crescimento da informalidade. Em momentos de aumento de custo regulatório, parte das empresas pode recorrer a contratos informais como forma de sobrevivência, especialmente em cidades menores.

Impacto no consumidor

Caso o aumento de 6,5% nos custos se confirme, o consumidor pode sentir no bolso. Serviços do dia a dia — alimentação fora de casa, manutenção, transporte, academias, salões de beleza — podem ficar mais caros. Em um ambiente econômico ainda sensível, qualquer reajuste tende a afetar diretamente o orçamento das famílias.

Debate entre qualidade de vida e sustentabilidade econômica

A discussão sobre o fim da escala 6x1 coloca frente a frente dois princípios: melhoria das condições de trabalho e viabilidade econômica das empresas. Países que adotaram jornadas menores frequentemente passaram por processos graduais e acompanhados de ganhos de produtividade.

No Brasil, o desafio é estrutural. Com alta carga tributária e forte peso de encargos trabalhistas, qualquer alteração na jornada pode ter impacto proporcionalmente maior do que em economias mais competitivas.

O que pode acontecer agora?

A proposta ainda precisa avançar nas comissões e votações no Congresso. Até lá, o debate deve se intensificar entre sindicatos, empresários e especialistas.

Se por um lado a medida busca promover mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, por outro levanta um alerta: sem planejamento, compensações ou transição gradual, o efeito pode ser justamente o oposto do desejado — menos empregos formais e serviços mais caros.

O tema promete dividir opiniões e movimentar o cenário político e econômico nos próximos meses.


Editado por Jefferson Gauchão

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IPVA 2026: Falsos “descontos” e Pix viram isca para golpes em SC, RS e PR

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Com a chegada do período de pagamento do IPVA 2026, autoridades em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná vêm registrando um aumento de fraudes que têm como alvo motoristas e proprietários de veículos. A estratégia criminosa combina sites falsos que imitam portais oficiais e promessas de descontos “imperdíveis” com pedidos de pagamento via Pix — modalidade usada pelos golpistas para desviar dinheiro dos contribuintes.

Golpes com sites clonados e ofertas de desconto

Segundo levantamentos de empresas de segurança digital e alertas de órgãos públicos, estão circulando na internet diversos sites fraudulentos que copiam o visual de páginas oficiais do Detran e das Secretarias da Fazenda dos estados. Neles, o usuário insere dados como placa e Renavam e recebe uma guia de pagamento com desconto — que, na verdade, é falsa. Ao pagar via Pix ou QR Code, o dinheiro é enviado para contas controladas por golpistas, e não para o governo.

A pesquisa identificou pelo menos 13 domínios desse tipo em circulação, e as fraudes já foram observadas em vários estados, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Alerta das autoridades estaduais

No Rio Grande do Sul, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) e o DetranRS divulgaram alertas reforçando que o Estado não envia link de cobrança por mensagem ou e-mail e que todos os portais oficiais estão em domínios terminados em .rs.gov.br. Antes de concluir um Pix, orientam conferir se o nome do favorecido corresponde ao órgão público e verificar o CNPJ exibido no pagamento.

Em Santa Catarina, o Detran/SC informou que golpistas também estão usando mensagens, sites e e-mails falsos que prometem redução ou facilidades no pagamento do IPVA, além de incluir ofertas de pagamento via Pix — algo que o órgão esclarece não oferecer oficialmente. O processo legítimo usa boleto (DARE) ou QR Code gerado diretamente no site oficial.

Paraná: cuidado com boletos falsos e links enganosos

No Paraná, a Polícia Civil (PCPR) e a Secretaria da Fazenda alertam que o Detran/PR não envia boletos, links de pagamento ou códigos Pix por mensagens e que os cidadãos devem gerar suas guias apenas pelo portal oficial com domínio .pr.gov.br. Caso haja dúvida, a recomendação é imprimir o boleto ou fazer o pagamento diretamente na agência bancária ou via aplicativo reconhecido, conferindo sempre os dados do beneficiário.

Como os golpes funcionam

Golpistas atraem vítimas com promessas de:

  • Descontos maiores do que os oficialmente oferecidos

  • Links que aparecem como “patrocinados” no topo das buscas

  • Aparência de legitimidade, muitas vezes com logos e nomes parecidos com os órgãos oficiais

Essas ofertas são falsas. Em muitos casos, os sites seguem o layout oficial e até mostram dados corretos do veículo (como placa e Renavam), mas, na hora de pagar, o Pix é feito para uma conta que nada tem a ver com o governo.

Dicas para evitar ser vítima

Especialistas e órgãos públicos recomendam medidas simples, mas eficazes:

  • Acesse o site oficial diretamente pelo navegador, digitando o endereço do órgão (sem clicar em links recebidos por WhatsApp ou redes sociais).

  • Cheque atentamente os dados do Pix, especialmente o nome do favorecido e CNPJ exibidos antes de confirmar a transferência.

  • Se receber mensagens ou e-mails com links para pagamento, desconfie: governos geralmente não enviam guias de cobrança por esses meios.

  • Em caso de pagamento indevido, registre imediatamente boletim de ocorrência e entre em contato com o banco para tentar contestar a transação.

Após mortes em acidente, moradores protestam por mais segurança na BR-285 em Carazinho

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Protesto na BR-285 em Carazinho cobra mais segurança após mortes em acidente

Moradores de Carazinho realizaram, na manhã deste sábado (07), um novo protesto na BR-285, no km 340, próximo às entradas dos bairros Conceição e Santa Terezinha. A manifestação pede mais segurança na rodovia, após um grave acidente que resultou na morte de um pai e sua filha, no último domingo (01).

Este foi o segundo protesto na semana. Na terça-feira (03), moradores já haviam se reunido no mesmo local com reivindicações semelhantes, alertando para o alto risco de acidentes na BR-285 em Carazinho.

Organizado por lideranças comunitárias, o ato reuniu cerca de 150 manifestantes, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O trânsito foi bloqueado de forma pacífica, no sistema Pare/Siga, com interrupções a cada 15 minutos. Com faixas e cartazes, os participantes pediram redução da velocidade, instalação de lombadas eletrônicas e outras medidas de segurança viária.

O protesto seguiu até o final da manhã e contou com a presença da Polícia Rodoviária Federal de Passo Fundo e da Brigada Militar, que acompanharam a mobilização e orientaram o trânsito no trecho.

Na última quarta-feira (04), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) reforçou a sinalização da BR-285, entre os bairros Santa Terezinha e Conceição. No entanto, segundo os manifestantes, as ações são insuficientes diante do risco constante de novos acidentes no local.

Os moradores afirmam que, sem mudanças efetivas, novas tragédias podem acontecer, reforçando a necessidade urgente de medidas permanentes de segurança na BR-285 em Carazinho.

Fonte: Ramon Mendes – Jornalismo RP / Portal Gazeta


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Do poder à denúncia: acusação contra ministro do STJ abala confiança na Justiça

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 Um abalo que vai além do Judiciário

A abertura de uma sindicância contra um ministro do Superior Tribunal de Justiça não é apenas mais um episódio jurídico. É um abalo profundo na confiança pública, especialmente quando envolve uma denúncia de importunação sexual contra uma jovem de apenas 18 anos.

O caso envolvendo o ministro Marco Aurélio Buzzi, natural de Santa Catarina, expõe uma ferida sensível da sociedade brasileira: o choque entre poder institucional e vulnerabilidade individual. Quando uma acusação desse tipo surge no mais alto escalão do Judiciário, o impacto ultrapassa os tribunais e atinge diretamente a percepção de justiça, proteção e igualdade.

A decisão unânime que revela a gravidade

Na última terça-feira (4), o plenário do STJ decidiu, por unanimidade, abrir uma sindicância interna para apurar a denúncia. A unanimidade, nesse contexto, não é um detalhe técnico: ela sinaliza que os ministros entenderam haver elementos suficientes para uma investigação rigorosa, mesmo diante da posição elevada ocupada pelo acusado.

Em uma instituição que simboliza a última instância da cidadania para milhões de brasileiros, o gesto representa um recado claro: nenhuma autoridade está acima do escrutínio.

Quem é Marco Aurélio Buzzi e como chegou ao STJ

Em meio à polarização política, informações imprecisas rapidamente se espalham. Diferente do que muitos imaginam, Marco Buzzi não foi indicado por Lula nem por Bolsonaro. Sua nomeação ocorreu em 2011, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), após uma longa trajetória no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Esse detalhe é relevante não apenas politicamente, mas institucionalmente: reforça que o caso não se resume a disputas partidárias, e sim a uma acusação grave que precisa ser analisada com seriedade e responsabilidade.

O relato que deu origem à denúncia

Segundo a denúncia, o episódio teria ocorrido no mês passado, durante as férias do ministro em Balneário Camboriú (SC). A jovem é filha de um casal de amigos próximos de Buzzi, o que torna o caso ainda mais delicado do ponto de vista humano e emocional.

De acordo com o relato apresentado às autoridades, o ato teria ocorrido no mar, quando o ministro teria tentado agarrar a jovem à força. A situação rompe não apenas limites legais, mas também laços de confiança, algo que costuma deixar marcas profundas nas vítimas.

A mãe da jovem, advogada, viajou até Brasília para relatar pessoalmente o ocorrido aos ministros do STJ. Acompanhada dos pais, a jovem também registrou um boletim de ocorrência, formalizando a denúncia.

Três frentes de investigação

O caso agora avança simultaneamente em três esferas, o que demonstra sua complexidade e gravidade:

  • No STJ, uma comissão formada pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira conduz a sindicância interna.

  • No CNJ, o Conselho Nacional de Justiça avalia possíveis consequências administrativas.

  • No STF, devido ao foro privilegiado, a parte criminal está sob relatoria do ministro Nunes Marques.

Cada uma dessas frentes representa uma expectativa social clara: que a verdade seja apurada com rigor, transparência e respeito à vítima.

Defesa, silêncio institucional e o peso da palavra

Em nota, Marco Buzzi afirmou estar “surpreendido” e classificou as acusações como insinuações que “não correspondem aos fatos”. Do outro lado, o advogado da família da jovem, Daniel Bialski, reforçou a necessidade de cautela e proteção.

“Neste momento, o mais importante é preservar a vítima e sua família, diante do gravíssimo ato praticado. Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, afirmou.

A declaração ecoa um sentimento cada vez mais presente na sociedade: a necessidade de colocar a vítima no centro do processo, e não apenas o acusado ou o cargo que ele ocupa.

Mais do que um caso, um teste institucional

Independentemente do desfecho, o caso Marco Aurélio Buzzi já se tornou um teste de credibilidade para o sistema de Justiça brasileiro. Para muitos cidadãos, ele simboliza a esperança de que denúncias graves sejam tratadas com seriedade — mesmo quando envolvem nomes poderosos.

A forma como as instituições conduzirão essa investigação pode definir não apenas a trajetória de um ministro, mas também o nível de confiança da sociedade na Justiça que a representa.

Fonte: ND+


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Consulta do PIS/Pasep é liberada: descubra quanto você vai receber em 2026

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Consulta do PIS/Pasep 2026 já está disponível: veja quem tem direito e quanto vai receber

A consulta ao PIS/Pasep já está disponível e milhões de trabalhadores brasileiros podem verificar se têm direito ao benefício que será pago em 2026. O abono salarial é um importante reforço na renda, especialmente para quem recebeu até dois salários mínimos no ano-base, e segue regras bem definidas para liberação e cálculo dos valores.

Nesta matéria, você confere quem tem direito, como consultar, quanto pode receber e o que fazer em caso de inconsistências.

Quem tem direito ao PIS/Pasep em 2026

O pagamento do PIS/Pasep em 2026 é referente ao ano-base 2024. Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa atender a alguns critérios estabelecidos pelo governo federal:

  • Estar cadastrado no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos

  • Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2024

  • Ter recebido remuneração média mensal de até dois salários mínimos no ano-base

  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador na RAIS ou no eSocial

O PIS é pago aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, enquanto o Pasep é destinado a servidores públicos, com pagamento feito pelo Banco do Brasil.

Como consultar o PIS/Pasep

A consulta pode ser feita de forma simples e gratuita pelos canais oficiais. O trabalhador pode verificar se tem direito ao abono e qual será o valor disponível utilizando:

  • Aplicativo Carteira de Trabalho Digital

  • Aplicativo Caixa Trabalhador (para PIS)

  • Site do Banco do Brasil ou atendimento presencial (para Pasep)

  • Central Alô Trabalho, pelo telefone 158

Para acessar as informações, é necessário ter CPF e, em alguns casos, a senha do Gov.br.

Quanto você vai receber em 2026

O valor do abono salarial é proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base de 2024. O cálculo considera o salário mínimo vigente no ano do pagamento, dividido por 12.

Funciona assim:

  • Quem trabalhou 1 mês recebe o equivalente a 1/12 do salário mínimo

  • Quem trabalhou 12 meses recebe 1 salário mínimo integral

Ou seja, quanto maior o tempo de trabalho formal no ano-base, maior será o valor do benefício.

Calendário de pagamento

O calendário oficial de pagamentos do PIS/Pasep 2026 é definido pelo governo federal e costuma ser divulgado com antecedência. Tradicionalmente, os pagamentos ocorrem de forma escalonada, conforme o mês de nascimento (PIS) ou o número final da inscrição (Pasep).

Ficar atento às datas é fundamental para não perder o prazo de saque.

O que fazer se houver erro nas informações

Caso o trabalhador identifique divergências nos dados ou não consiga visualizar o benefício, é recomendado:

  • Conferir se o empregador enviou corretamente as informações ao eSocial ou RAIS

  • Procurar uma agência da Caixa ou do Banco do Brasil

  • Entrar em contato com o Ministério do Trabalho pelo telefone 158

A correção de dados pode ser decisiva para garantir o recebimento do abono.

Conclusão

A liberação da consulta do PIS/Pasep 2026 representa uma oportunidade importante para milhões de brasileiros conferirem um direito garantido por lei. Com poucos cliques, é possível saber se o benefício está disponível e qual será o valor a receber.

Manter os dados atualizados, acompanhar o calendário oficial e utilizar os canais corretos de consulta são passos essenciais para garantir o pagamento sem transtornos. Se você trabalhou com carteira assinada em 2024, vale a pena conferir: o abono pode fazer diferença no orçamento do próximo ano.

Fonte: ND+


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RS oferece faculdade grátis e R$ 800 por mês para tentar conter falta de professores na rede pública

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Iniciativa oferece oportunidade para cursar faculdade de graça e R$ 800 por mês como auxílio-permanência. Inscrições vão até 10 de fevereiro 

Faculdade gratuita mais R$ 800 mensais como auxílio-permanência. Parece propaganda enganosa, mas é política pública. O programa Professor do Amanhã, do governo do Rio Grande do Sul, tenta resolver um problema que cresce em silêncio: a falta de professores na rede pública, o chamado apagão docente.

A iniciativa incentiva o ingresso em cursos de licenciatura, justamente onde quase ninguém mais quer entrar.

Passo Fundo recebe 47 bolsas em licenciaturas

Em 2026, Passo Fundo recebeu 47 bolsas de estudo nos cursos de Letras (Português), Matemática e História, todas destinadas à Universidade de Passo Fundo (UPF). No total, o governo estadual distribuiu 500 bolsas em 11 instituições de ensino superior espalhadas pelo RS.

Não é generosidade. É estratégia de emergência.

Como funciona o programa Professor do Amanhã

O modelo é simples e direto:

  • o estudante cursa a faculdade sem pagar mensalidade;

  • recebe R$ 800 por mês de auxílio;

  • ao se formar, entra automaticamente no Cadastro de Contratações Temporárias do Estado;

  • em troca, precisa cumprir 1.920 horas de docência em escolas estaduais.

Ou seja: o Estado banca agora porque sabe que pode faltar professor depois.

Apagão de professores já começou no RS

Um estudo divulgado em 2023 já alertava que o Rio Grande do Sul pode enfrentar um colapso na educação pública a partir de 2035, com déficit crescente de professores. Mas quem vive a realidade escolar sabe: esse futuro já chegou.

Em Passo Fundo, por exemplo, a falta de docentes atrasou o início do ano letivo em algumas escolas estaduais. Sala pronta, alunos presentes — professor ausente.

Segundo a coordenadora da 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Carina Imperator Weber, o programa tenta reacender o interesse pelas licenciaturas em meio a um cenário cada vez mais hostil à profissão.

Menos cursos, menos professores

Na UPF, o número de turmas de licenciatura diminuiu no último ano. Foram abertas oito turmas, duas a menos que em 2024. Menos turmas hoje significam menos formandos amanhã — e menos professores disponíveis no mercado.

O coordenador do programa na UPF, Miguel Rossetto, resume o problema: a oscilação na formação impacta diretamente a oferta de profissionais qualificados para atender a demanda regional.

Onde estão as bolsas do Professor do Amanhã

Distribuição das vagas no RS:

  • UFN: 52

  • Univates: 47

  • Unisc: 47

  • Unilasalle: 48

  • URI: 20

  • PUCRS: 48

  • Feevale: 48

  • Unisinos: 67

  • Unijuí: 39

  • UPF: 47

  • UCS: 37

Por que ninguém quer ser professor?

Não é só o salário que desanima — embora ele ajude bastante a empurrar gente pra longe da sala de aula. A realidade vai muito além da planilha de pagamento.

A carga de trabalho é pesada, a remuneração segue aquém do esforço exigido e o medo virou parte da rotina. Cada vez mais professores entram em sala sem saber se vão sair apenas cansados ou também ameaçados. Alunos que não receberam limites em casa acabam levando a falta de educação para a escola — e quem paga a conta é o professor, que vira alvo de ofensas, intimidações e até agressões.

O resultado desse combo é previsível: menos gente querendo ingressar na carreira, mais profissionais abandonando o magistério e salas de aula funcionando no modo improviso. O prejuízo não é só para o docente, mas para todo o processo de aprendizagem, que se fragiliza quando ensinar passa a ser também um ato de resistência.

Como resume Miguel Rossetto, coordenador do programa na UPF, faltam medidas urgentes para garantir não apenas professores suficientes, mas condições mínimas para que eles consigam ensinar sem medo.

Como se inscrever 

  • O que: inscrições no programa Professor do Amanhã 2026 na Universidade de Passo Fundo (UPF)
  • Até quando: 10 de fevereiro 
  • Ondeneste site pelo link Professor do Amanhã/RS Talentos
  • Resultados preliminares: 18 de fevereiro
  • Resultados finais e chamada para matrícula: a partir de 20 de fevereiro. 

Fonte: GZH

Editado por Jefferson Gauchão

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