Organon abre vagas de emprego em Campinas

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Indústria global farmacêutica procura por executivo de gestão de qualidade e tem postos abertos para níveis médio e superior, com oportunidades inclusivas para pessoas com deficiência 

Indústria global farmacêutica especializada na saúde feminina, a Organon tem seis vagas de emprego abertas para profissionais de níveis técnico e superior, em Campinas (SP). A companhia busca por um diretor associado de gestão global de qualidade, formado em ciências ou engenharia, com pelo menos cinco anos de experiência no segmento.  

A Organon também três oportunidades para o cargo de controlador de qualidade — sendo uma delas para pessoas com deficiência (PCD). Os candidatos devem ser graduados em farmácia, química, engenharia química, engenharia de produção, biomedicina ou biologia.  

E ainda há duas vagas para auxiliares de almoxarifado — uma para PCD. Em ambas, os interessados precisam ter nível técnico concluído ou em andamento em logística, além de vivência mínima de três anos na indústria farmacêutica. 

Para participar da seleção, basta entrar no link de recursos humanos da Organon, onde também há oportunidades em outros países nos quais a companhia atua. 

Editado por Jefferson Gauchão

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Síndico pode ser processado? Os erros mais comuns da gestão condominial que acabam na Justiça

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A profissionalização da gestão condominial trouxe avanços importantes para a administração dos empreendimentos residenciais, mas também elevou o nível de responsabilidade jurídica dos síndicos. Cada vez mais presentes na rotina dos tribunais brasileiros, as ações envolvendo falhas administrativas acendem um alerta: exercer a função sem preparo técnico pode gerar consequências financeiras e legais significativas.

Para a advogada Dra. Juliana Teles, especialista em direito condominial e sócia do escritório Faustino e Teles, ainda existe uma percepção equivocada sobre o papel do síndico. “Muitos acreditam que a função é meramente operacional, quando na verdade se trata de uma posição de representação legal. O síndico responde civilmente por atos praticados com negligência, imprudência ou omissão”, explica.
Embora nem todo problema resulte em responsabilização, a especialista destaca que determinados erros aparecem com frequência em disputas judiciais e, na maioria das vezes, poderiam ser evitados com uma gestão mais preventiva.
O síndico pode ser responsabilizado judicialmente?
A resposta é sim, mas depende da análise do caso concreto. O síndico pode responder com o próprio patrimônio quando fica comprovado que agiu contra a lei, a convenção condominial ou os interesses coletivos.
“O síndico não é apenas um administrador ele é o guardião do cumprimento das normas internas e da legislação. Quando há falha grave na condução da gestão, a responsabilização deixa de ser apenas do condomínio e pode atingir diretamente o gestor”, afirma Dra. Juliana Teles.
Entre as penalidades possíveis estão indenizações por danos materiais, danos morais e, em situações extremas, a destituição do cargo. 


Os erros mais comuns que levam síndicos à Justiça
Segundo a especialista, alguns comportamentos administrativos aparecem de forma recorrente em processos judiciais.
1. Omissão diante de conflitos entre moradores
Ignorar denúncias, deixar de aplicar advertências ou evitar intervenções formais pode ser interpretado como falha de gestão.
“Quando o síndico tem conhecimento de situações que ameaçam a convivência ou a segurança e não adota providências, ele assume um risco jurídico relevante”, alerta.
2. Falhas na segurança do condomínio
Problemas como controle de acesso ineficiente, ausência de protocolos e negligência na manutenção de equipamentos podem abrir espaço para questionamentos judiciais.
“Não se exige segurança absoluta, mas sim medidas compatíveis com o padrão do condomínio. A previsibilidade do risco é um fator determinante na avaliação dos tribunais”, pontua.
3. Irregularidades financeiras
Falta de transparência, ausência de prestação de contas e movimentações não aprovadas em assembleia estão entre os motivos mais sensíveis.
“A gestão financeira precisa ser rigorosamente documentada. Hoje, a transparência não é apenas uma boa prática é uma proteção jurídica para o próprio síndico”, destaca Dra. Juliana.
4. Obras sem aprovação ou planejamento
Intervenções estruturais realizadas sem deliberação assemblear ou sem respaldo técnico podem gerar prejuízos coletivos e responsabilização.
“Decisões unilaterais, principalmente quando envolvem valores elevados, costumam ser duramente questionadas pelo Judiciário”, explica.
5. Abuso de poder e aplicação irregular de multas
Penalidades desproporcionais ou aplicadas sem garantir o direito de defesa do morador frequentemente resultam em ações.
“O regimento deve ser seguido com rigor. Multar não é um ato de autoridade pessoal é um procedimento jurídico que exige fundamentação”, ressalta.
A importância da documentação
Um dos maiores erros da gestão condominial, segundo a advogada, é a informalidade. Conversas sem registro, decisões não documentadas e advertências verbais dificultam a defesa do síndico em eventual litígio.
“Em uma disputa judicial, o que não está documentado praticamente não existe. Atas, notificações formais e registros de ocorrências são instrumentos essenciais de proteção”, afirma.
A profissionalização como caminho sem volta
O aumento da judicialização tem impulsionado uma mudança no perfil da gestão condominial. Síndicos moradores ou profissionais precisam adotar uma postura cada vez mais técnica.
“A gestão moderna exige conhecimento jurídico básico, assessoria especializada e decisões colegiadas sempre que possível. Improvisar se tornou um dos maiores riscos da administração condominial”, diz Dra. Juliana Teles.
A especialista também reforça a importância de consultar o jurídico antes de decisões sensíveis. Muitas ações poderiam ser evitadas com orientação prévia.
Prevenção ainda é a melhor estratégia
Mais do que reagir a problemas, o síndico deve atuar como agente de prevenção. Regulamentos atualizados, assembleias bem conduzidas, comunicação transparente e aplicação equilibrada das regras reduzem significativamente o risco de litígios.
“O melhor processo é aquele que nunca acontece. Quando a gestão é organizada, transparente e alinhada à legislação, o síndico protege o condomínio e a si próprio”, pontua.
Conclusão
A função de síndico deixou de ser apenas administrativa e passou a ocupar uma posição estratégica dentro dos condomínios. Com responsabilidades amplas e impacto direto na vida coletiva, erros de gestão já não são vistos como meras falhas operacionais, mas como potenciais infrações legais.
Para a Dra. Juliana Teles, o recado é claro: “Ser síndico exige preparo, prudência e senso de responsabilidade. Quem assume essa função precisa compreender que cada decisão administrativa pode ter reflexos jurídicos. A prevenção, a transparência e o respeito às normas continuam sendo as melhores ferramentas para uma gestão segura.”
Em um cenário de moradores mais informados e conscientes de seus direitos, a tendência é que a cobrança por profissionalismo aumente e que a Justiça seja cada vez mais acionada quando a gestão não acompanha essa evolução.
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Temporal Deixa Rastros de Destruição e Desperta Corrente de Solidariedade em Carazinho

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Bairros mais afetados foram o Vila Rica, o Princesa, o Conceição e o Medianeira

O céu escureceu antes da hora. O vento chegou rasgando o silêncio do fim de tarde e, em poucos minutos, transformou a rotina de Carazinho em apreensão e incerteza.

Não foi apenas um temporal. Foi o barulho seco das árvores tombando, o susto das telhas voando, o medo de quem segurava portas e janelas tentando proteger o que levou anos para construir. Quando a noite caiu, ela trouxe também a escuridão para cerca de duas mil pessoas que ficaram sem energia — e para muitas famílias que passaram a madrugada sem saber por onde começar.

Segundo a Defesa Civil, 14 árvores foram derrubadas e 64 famílias precisaram de lonas para cobrir casas destelhadas. Números que impressionam, mas que não traduzem completamente o que ficou para trás: brinquedos molhados, móveis encharcados, memórias espalhadas pelo chão.

No bairro Ouro Preto, o tradicional CTG Vento Minuano — espaço de encontros, cultura e pertencimento — foi atingido em cheio por um pinheiro de grande porte. A sede foi destruída. O evento marcado para este sábado foi cancelado. Mais do que uma programação suspensa, foi uma pausa forçada na celebração das raízes e da identidade da comunidade.

Na Escola Carlinda de Britto, uma árvore caiu sobre a rede elétrica, ampliando o cenário de risco e insegurança. Nos bairros Vila Rica, Princesa, Conceição e Medianeira, o cenário se repetiu: galhos espalhados, postes no chão, ruas bloqueadas. E na zona rural, onde o levantamento ainda está em andamento, o silêncio revela prejuízos que talvez ainda nem tenham sido totalmente percebidos.

Mas, em meio aos estragos, algo também se ergueu.

Vizinhos se ajudaram. Mãos se uniram para colocar lonas, recolher destroços e oferecer abrigo. Enquanto o poder público organiza números e avalia medidas — incluindo a possibilidade de decretar situação de emergência — a cidade mostra sua força mais genuína: a solidariedade.

O vento levou telhados, interrompeu luzes e destruiu estruturas. Mas não conseguiu arrancar o que sustenta Carazinho há gerações: o espírito coletivo de quem reconstrói junto.

Agora, o dia amanhece com a contagem dos danos — e também com a certeza de que cada árvore caída dará lugar a novos recomeços.

Fonte: Correio do Povo


Editado por Jefferson Gauchão

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