Mulher desaparecida em Florianópolis é identificada como vítima de crime brutal em SC; cinco pessoas são investigadas
A família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas confirmou nesta sexta-feira (13) que o corpo encontrado esquartejado no município de Major Gercino pertence à mulher que estava desaparecida desde o início de março em Florianópolis.
De acordo com relatos da família, Luciani teria sido dopada e assassinada no dia 4 de março, data em que foi vista pela última vez. Após o crime, o corpo teria sido desmembrado e colocado dentro da própria geladeira do apartamento onde ela morava.
Corpo foi encontrado dias depois
Segundo as informações repassadas aos investigadores, o corpo teria permanecido no local por alguns dias. Posteriormente, os restos mortais teriam sido divididos em sacos de lixo e levados para outro município.
Parte do corpo foi localizada na quarta-feira (11), às margens de um rio em Major Gercino. Quando os policiais encontraram os sacos, o cadáver estava sem cabeça, braços e pés. Até o momento, as autoridades não confirmaram a localização das demais partes.
Investigação começou após pista sobre o carro
A suspeita de ligação entre o desaparecimento e o corpo encontrado surgiu na quinta-feira (12). Investigadores identificaram que o carro de Luciani havia sido visto circulando em São João Batista, cidade situada a cerca de 25 quilômetros de onde os restos mortais foram encontrados.
No mesmo dia, familiares realizaram exame de DNA para confirmar oficialmente se o cadáver era da mulher desaparecida.
Cinco pessoas são suspeitas
Conforme informações repassadas pela família às autoridades, cinco pessoas estariam sob suspeita de participação no crime. Entre elas estão:
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um homem;
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a namorada dele;
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um adolescente de 14 anos, irmão do homem;
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a mãe dos dois;
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a proprietária de uma pousada onde pertences de Luciani foram encontrados.
Os objetos da vítima foram localizados na quinta-feira (12), reforçando a linha de investigação.
Mensagens suspeitas levantaram alerta da família
Luciani foi vista pela última vez no dia 4 de março, mas o último contato com familiares ocorreu apenas no dia 9 de março, por meio de mensagens.
O irmão da vítima desconfiou da autenticidade das conversas porque os textos apresentavam erros gramaticais que ela não costumava cometer. Diante da suspeita, ele registrou um boletim de ocorrência no mesmo dia.
Ao ir até o apartamento da irmã, localizado no bairro Ingleses, encontrou o imóvel revirado e com alimentos estragados, indicando que o local estava abandonado havia dias.
Movimentações financeiras também são investigadas
A polícia também apura movimentações suspeitas nas contas bancárias da vítima. Entre elas, foram identificadas transações financeiras recentes e a contratação de um empréstimo de cerca de R$ 20 mil.
Outro ponto analisado pelos investigadores é o fato de Luciani possuir bens imóveis registrados em seu nome, principalmente no estado do Rio Grande do Sul.
Família pede justiça
Em manifestação pública, familiares lamentaram o crime e pediram que o caso seja esclarecido rapidamente.
“Luciani era filha, irmã e amiga. Uma mulher cheia de vida, carinho e sonhos. Nada justifica uma crueldade dessa dimensão. Isso não pode se tornar apenas mais um número nas estatísticas da violência contra a mulher no Brasil”, declarou a família.
A investigação segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades nos próximos dias.
Fonte: ND+
Editado por Jefferson
Gauchão
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