Servidor público é preso com drogas em Passo Fundo após atitude suspeita chamar atenção da BM

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 O domingo ainda despertava em Passo Fundo quando uma cena aparentemente comum revelou um contraste duro da realidade urbana: a rotina da lei cruzando com a fragilidade humana.

Durante patrulhamento ostensivo na Rua Luiz Langaro, no bairro Boqueirão, a Brigada Militar, por meio do 3º Regimento de Polícia Montada (3º RPMon), prendeu um servidor público estadual por posse de drogas. Uma ocorrência que começou silenciosa, mas terminou expondo um drama que vai muito além de uma simples abordagem policial.

Segundo informações, a guarnição recebeu alertas sobre um Renault Kwid que circulava pela via em atitude suspeita — como quem carrega mais do que deveria. Ao localizar o veículo, os policiais realizaram a abordagem para averiguação.

Foi nesse instante que o nervosismo falou mais alto. Ao perceber a aproximação da viatura, o motorista tentou apagar rastros do passado imediato: arremessou o telefone celular ao chão, quebrando o aparelho numa tentativa desesperada de inutilizá-lo. Um gesto rápido, quase automático, que diz muito quando as palavras já não bastam.

Durante a revista pessoal e no interior do veículo, os policiais encontraram porções de crack, outras substâncias entorpecentes e uma garrafa de bebida alcoólica. Conforme informações levantadas no local, o servidor público seria usuário de drogas, evidenciando uma situação que mistura dependência, risco e responsabilidade pública.

O veículo, alugado e com placas de Belo Horizonte (MG), não possuía registro de furto, mas isso pouco amenizou a gravidade do ocorrido. Afinal, não era o carro que chamava atenção — era a história que ele transportava.

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde a ocorrência foi registrada. Todo o material apreendido foi apresentado à autoridade policial, que dará sequência aos procedimentos legais.

Casos como este lembram que a farda, o cargo ou o crachá não blindam ninguém contra escolhas erradas. A rua cobra, a lei responde, e a sociedade observa — esperando que episódios assim sirvam não apenas como registro policial, mas como alerta sobre um problema que insiste em circular pelas mesmas vias todos os dias.

(Redação/Portal Carazinho News | Jeferson Vargas | GPC)

Editado por Jefferson Gauchão

 

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