Combustíveis ficam mais caros em janeiro após mudanças no ICMS

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O início do ano trouxe um peso extra para o bolso dos brasileiros. Desde janeiro, os preços dos combustíveis sofreram aumento em todo o país em razão das mudanças na cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), tributo estadual que incide sobre gasolina, diesel e etanol.

A alteração segue o modelo aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que estabelece valores fixos de ICMS por litro, substituindo o antigo sistema baseado em percentual sobre o preço final. Embora o objetivo seja dar mais previsibilidade à arrecadação dos estados, o impacto imediato foi sentido pelos consumidores nas bombas.

📈 O que mudou no ICMS?

Com a nova regra, cada estado passou a aplicar um valor fixo por litro de combustível, definido em âmbito nacional. Em janeiro, esses valores foram reajustados, resultando em aumento direto no preço final ao consumidor.

Na prática, mesmo que o preço do combustível oscile no mercado, o imposto permanece fixo, o que pode elevar o custo em períodos de alta e reduzir a flexibilidade de ajustes.

⛽ Impacto direto no bolso do consumidor

Motoristas já percebem a diferença no abastecimento. A gasolina e o diesel registraram aumentos que variam conforme a região, enquanto o etanol também acompanha a alta, pressionado pelos custos de produção e logística.

Além de afetar quem depende do veículo no dia a dia, o reajuste nos combustíveis tende a gerar efeito cascata, influenciando o preço do transporte, alimentos e outros serviços essenciais.

🚚 Reflexos na economia

Especialistas alertam que o aumento dos combustíveis pode pressionar a inflação nos primeiros meses do ano. O diesel, em especial, impacta diretamente o transporte de cargas, elevando custos que acabam repassados ao consumidor final.

Por outro lado, os estados defendem que o novo modelo do ICMS garante maior estabilidade na arrecadação e evita distorções causadas por oscilações bruscas no mercado internacional do petróleo.

🔍 O que esperar nos próximos meses?

A tendência é que os preços continuem sensíveis a fatores como:

  • Cotação do petróleo no mercado internacional

  • Variação do dólar

  • Política de preços das distribuidoras

  • Novos ajustes no ICMS

Enquanto isso, o consumidor segue atento, buscando alternativas para economizar e reduzindo gastos sempre que possível.

Editado por Jefferson Gauchão

 

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