Joinville que se cuide, porque a Polícia Federal armou hoje a maior operação contra combustível criminoso desde o surgimento da birita contrabandeada. A tal da Operação Carbono Oculto só não leva prêmio de “trama mais rocambolesca do ano” porque é real – e tem roteiro digno de filme trash com orçamento bilionário.
Cerca de 1.400
agentes até tiraram folga das novelas e das planilhas pra tocar o terror em
mais de 350 alvos — pessoas e empresas — que a polícia suspeita de
adulterar e enganar mais do que entregador de delivery em dia da greve. Afinal,
nada como “esquemas sofisticados” envolvendo fintechs, fundos de investimento,
usinas sucroalcooleiras, postos de gasolina e um arsenal de empresas de fachada
para elevar um simples combustível ao nível da mafia financeira O
megacampeonato de malandragem já acumulou cifras impressionantes: R$ 7,6
bilhões sonegados em impostos – e isso é só a pontinha do iceberg. Quer
mais dados de escândalo? Estima-se que, entre 2020 e 2024, o bando lavou um
absurdo de R$ 52 bilhões por meio de mil postos espalhados pelo país Como
se isso não fosse suficiente para atrair olhares de bilionários globais, o PCC
bancava o “combustível fake” usando metanol importado clandestinamente,
desviar notas fiscais, adulterar o produto e entregar aos clientes algo que
parecia combustível, mas era mais pra poção de Rio 40° — perigosa e injusta
Ah, e não
pense que isso rolava sem planejamento: as transações eram feitas em fintechs
que funcionavam como “bancos paralelos do crime”, para dificultar o
rastreamento e fingir que tudo era fininho e legal. Bancões? Que nada. O
esquema financiava usinas, distribuidoras, transportadoras e inundava o mercado
com grana suja que nem Harry Potter lavava E SC, claro, entra no roteiro: os
agentes cumpriram mandados por aí também, até para garantir que o crime
organizado não deixasse nenhum combustível adulterado escondido nas bombas
catarinenses. Quer dizer, seria terrível se algo fugisse ao controle e a gente
rodasse sem saber que havia uma fração de metanol no tanque — estilo “bailinho
químico no motor”!
Resumo da tragicomédia criminosa
Elemento |
Detalhes ácidos e irônicos |
Nome do
show |
Operação
Carbono Oculto –
blockbuster à la PCC, sem pipoca, com muita fintech e fundo de investimento |
Quantidade
de agentes |
~1.400
— porque se vai desmantelar um esquema bilionário, precisa de elenco grande |
Alvos |
+350
pessoas físicas e jurídicas — basicamente, tudo o que se movia no setor de
combustíveis |
Dinheiro
envolvido |
Sonegaram
R$ 7,6 bi em impostos e movimentaram R$ 52 bi entre 2020–2024 — bilionário
nível “aluguel de espaço sideral” |
Táticas
usadas |
Metanol
desviado, adulteração de gasolina, fintechs como esconderijo, usinas,
transportadoras, fundos |
Mandados
em SC |
Sim,
porque o crime não respeita geografia — e nem controles de qualidade nos
postos |
Mas calma, respire fundo e não se preocupe. Porque nós sabemos como essa
história termina: o terceiro tempo desse
jogo acontece lá em cima em Brasilia, e aí, meus caros, tudo muda. Afinal, com bons
advogados, habeas corpus fresquinhos e aquele cafezinho amigo de bastidor, não
demora nada pra transformar bilionários criminosos em “empresários
injustiçados”.
Ou seja: pode ficar tranquilo, o Brasil não é para amadores. A PF prende com megaoperação cinematográfica, o Ministério Público denuncia com números de dar calafrio… mas quando chegar em Brasília, o elenco principal já tem passe livre. São todos “amiguinhos” — e quem tem amigos assim, não precisa de juiz.
0 COMENTÁRIOS. AQUI:
Postar um comentário