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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Bebê de 11 meses é internado em hospital de Vacaria após ingerir maconha

 

Um bebê de 11 meses foi internado no Hospital Nossa Senhora da Oliveira, em Vacaria, após apresentar sinais de intoxicação provocados pela ingestão de maconha. O caso ocorreu no início da noite desta segunda-feira e mobilizou equipes de saúde, Conselho Tutelar e a Polícia Civil.

Segundo informações preliminares repassadas pelo hospital, a criança chegou à emergência com sonolência intensa, alteração de consciência e falta de coordenação motora. Após exames clínicos, a equipe médica identificou sintomas compatíveis com consumo de cannabis e realizou procedimentos de estabilização. O bebê permanece em observação, mas não corre risco de morte.

Família é ouvida

A Polícia Civil confirmou que os pais levaram a criança ao hospital. Em depoimento inicial, a família afirmou desconhecer como o bebê teve acesso à droga. Uma das hipóteses investigadas é que o material possa ter sido encontrado no chão da residência ou deixado ao alcance da criança.

A Delegacia de Polícia de Vacaria instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso. Os responsáveis devem ser ouvidos novamente, e outras pessoas próximas à criança poderão ser chamadas a prestar esclarecimentos.

Conselho Tutelar acompanha o caso

O Conselho Tutelar foi acionado pelo hospital e acompanha a situação desde a admissão do bebê. Conforme o órgão, medidas de proteção foram aplicadas e uma avaliação sobre o ambiente familiar será realizada.

Investigação deve apurar negligência

A investigação irá analisar se houve negligência ou exposição da criança a situação de risco, condutas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Dependendo do resultado, os responsáveis podem responder por crimes relacionados à omissão de cuidado ou permitir acesso a entorpecentes.

Estado de saúde

O hospital informou que a criança segue em observação pediátrica, com quadro estável. Novos exames serão realizados para acompanhar a evolução clínica.

Caso gera alerta

Autoridades reforçam que substâncias ilícitas, medicamentos e qualquer item tóxico devem ser mantidos fora do alcance de crianças, sobretudo em ambientes domésticos, onde a maior parte dos acidentes ocorre.

A Polícia Civil segue investigando o caso.

Fonte: GZH

Editado por Jefferson Gauchão

 

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