O governo, sempre visionário, resolveu “revolucionar” a vida dos brasileiros aumentando a porcentagem de álcool na gasolina e de biodiesel no diesel. Na teoria, tudo lindo: menos poluição, sustentabilidade e planeta salvo — aplaudam! Na prática, é mais ou menos como se o motor fosse obrigado a tomar uma caipirinha e um suco de lodo ao mesmo tempo.
Ah, o biodiesel… nosso querido vilão líquido. Um dos piores combustíveis para motores a diesel, cria uma borra charmosa no fundo do tanque, perfeita para entupir mangueiras, filtros e fazer o caminhoneiro se tornar um mecânico amador forçado. Nada como ver seu caminhão de R$ 500 mil virando uma panela de lama tecnológica. Mas é sustentável, né? Só que o mecânico que se vire.
E a gasolina com mais álcool? O carro bebe mais, esquenta mais e o bolso do brasileiro… bem, o bolso chora junto. O motorista, antes apenas estressado com trânsito, agora precisa praticar meditação para não chorar no posto.
Enquanto isso, o governo sorri nas fotos oficiais, falando de “futuro verde” e “inovação energética”, sem notar que o brasileiro está literalmente gastando mais para consertar o que o combustível estraga. É quase poético: salvamos o planeta, quebramos motores e enricamos mecânicos — tudo ao mesmo tempo.
No fim, a mensagem é clara: se você ainda não amava seu carro, vai começar a nutrir sentimentos de ódio profundo — mas com consciência ecológica. Palmas para o governo que transforma cada tanque cheio em experiência extrema de sobrevivência!
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