Brasil dá chilique diplomático e tenta ensinar Israel a lidar com guerra

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E não é que o Brasil resolveu bancar o professor de moral internacional? Pois é, o Itamaraty, sempre muito ocupado em “lacrar” nas notas oficiais, resolveu responder aos ataques verbais de um ministro israelense e ainda cobrou uma “investigação profunda” sobre o bombardeio em um hospital em Gaza.

Sim, meus caros, o mesmo Brasil que não consegue investigar nem quem desviou verba da merenda escolar, agora quer dar aula de investigação no Oriente Médio. A pátria que mal consegue manter hospitais funcionando sem faltar gaze e dipirona resolveu meter o dedo na ferida de um conflito de décadas, como se tivesse moral para apontar o dedo e acusar.

Todo por que o ministro israelense foi direto ao ponto: chamou Lula de antissemita. E, convenhamos, a acusação não caiu do céu. O próprio governo brasileiro decidiu sair da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, uma organização criada em 1998 justamente para combater o antissemitismo. Detalhe: o Brasil havia aderido como observador em 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro. Ou seja, enquanto antes havia, pelo menos, uma postura de respeito à memória do Holocausto, agora temos um governo que prefere posar de neutro — mas só quando convém, claro.

Resultado: o ministro apenas falou a realidade nua e crua do Brasil, e foi aí que bateu onde dói. Por isso o governo ficou chateadinho, batendo o pé, soltando nota oficial e tentando inverter a narrativa, como se fosse o “defensor dos oprimidos”.

Israel, acostumado a lidar com ataques reais (mísseis, foguetes e afins), deve estar rindo ao ver o Brasil — um país atolado em violência, corrupção e um comunismo disfarçado de democracia tropical — querendo bancar a consciência da humanidade.

No fim das contas, a cena é digna de novela mexicana: o Brasil bancando a vítima incompreendida, acusando Israel de maldade, enquanto fecha os olhos para as atrocidades cometidas pelo Hamas. Mas é claro, culpar Israel dá mais curtidas no Twitter e rende discurso bonito em assembleia da ONU.

Moral da história: o ministro de Israel só jogou luz na verdade que o governo brasileiro tenta esconder. Aí o Planalto ficou nervosinho — porque quando alguém esfrega a realidade na cara, não adianta: o chilique diplomático vem rapidinho.

 


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