Estado registra duas infecções; autoridades descartam ligação com surto investigado pela OMS em cruzeiro
O Rio Grande do Sul voltou a registrar casos de hantavirose, doença rara e potencialmente grave transmitida por roedores silvestres. As confirmações ocorreram nos municípios de Antônio Prado e Paulo Bento, sendo que neste último houve uma morte causada pela doença.Apesar da preocupação gerada pelos casos, autoridades de saúde reforçaram que não existe relação entre as infecções registradas no estado e o surto investigado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) envolvendo o navio MV Hondius, embarcação que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde.
O episódio no cruzeiro ganhou repercussão internacional após investigadores avaliarem a possibilidade de transmissão entre pessoas dentro da embarcação — algo considerado extremamente raro em casos de hantavírus.
Casos recentes aumentam atenção no Brasil
A confirmação dos casos no Sul do país ocorre poucos meses após o Brasil registrar a primeira morte por hantavírus em 2026. A vítima, um homem de 46 anos de Minas Gerais, morreu após apresentar sintomas severos da doença.
Segundo informações das autoridades sanitárias, ele teria tido contato com um roedor silvestre em uma lavoura de milho antes de desenvolver febre, dores no corpo e fortes dores lombares.
Além do Rio Grande do Sul, estados como Paraná e Minas Gerais seguem monitorando novos casos suspeitos.
O que é hantavirose?
A hantavirose é uma infecção viral transmitida principalmente pelo contato com fezes, urina e saliva de roedores contaminados. O risco aumenta em ambientes fechados, galpões, depósitos e áreas rurais com presença desses animais.Os sintomas iniciais podem ser confundidos com uma gripe forte e incluem:
- Febre alta;
- Dor muscular intensa;
- Dor de cabeça;
- Náuseas;
- Cansaço extremo.
Em situações mais graves, a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória, complicações cardíacas e choque circulatório.
Como se proteger da doença
Especialistas recomendam atenção redobrada em propriedades rurais e locais fechados por longos períodos. Entre as principais orientações estão:
- Utilizar máscara e luvas durante limpezas;
- Evitar levantar poeira em ambientes fechados;
- Aplicar produtos desinfetantes antes da limpeza;
- Manter alimentos armazenados corretamente;
- Evitar acúmulo de lixo e entulhos.
Autoridades reforçam que, apesar do monitoramento constante, não há indícios de uma nova pandemia relacionada ao hantavírus.
Fonte: ND+
Editado por Jefferson
Gauchão
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Casos de hantavírus foram confirmados no Rio Grande do Sul, incluindo uma morte em Paulo Bento. Autoridades descartam relação com surto investigado pela OMS em cruzeiro argentino.
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