![]() |
| Foto : Arquivo Pessoal / CP |
As duas mulheres estavam desaparecidas desde o fim de abril e eram monitoradas por tornozeleiras eletrônicas. Agora, o cenário investigado pela Polícia Civil aponta para uma execução ligada à disputa entre facções criminosas na Região Carbonífera do Estado.
Identificação muda rumo da investigação
Inicialmente, peritos acreditavam que os restos mortais encontrados pertenciam apenas a Verônica, devido à semelhança física observada durante a análise preliminar. No entanto, exames mais detalhados realizados pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) revelaram que as partes pertenciam às duas mulheres.
Até o momento, outras partes dos corpos ainda não foram localizadas, aumentando o mistério e a brutalidade do caso.
Relacionamento começou dentro de presídio
Verônica era natural de Butiá, enquanto Mariana nasceu em Porto Alegre. Ambas tinham antecedentes ligados ao tráfico de drogas e outros crimes.
Segundo informações apuradas pelas autoridades, o relacionamento entre elas começou dentro do Instituto Penal Feminino de Porto Alegre. Mariana exercia a função conhecida como “plantão de galeria”, posição ocupada por detentas que representam a população carcerária dentro da unidade prisional.
Tornozeleira desligada dias antes do desaparecimento
Outro detalhe que chama atenção na investigação envolve o monitoramento eletrônico de Mariana. Ela teria rompido as regras do sistema no dia 17 de abril, mas enviou mensagem às autoridades alegando estar abalada emocionalmente pela perda de uma amiga próxima.
Dez dias depois, o sinal da tornozeleira deixou de ser emitido.
Pouco tempo depois, começaram as buscas pelas duas mulheres.
Polícia descarta feminicídio
Apesar de serem companheiras, a Polícia Civil afirma que o caso não está sendo tratado como feminicídio. A principal linha investigativa aponta para um duplo homicídio relacionado ao confronto entre organizações criminosas rivais que disputam pontos de tráfico em Charqueadas e região.
Os investigadores apuram a possibilidade de integrantes da facção Os Manos terem suspeitado que Mariana e Verônica mantinham ligação com o grupo rival Bala na Cara.
A hipótese reforça a tese de uma execução ordenada pelo crime organizado.
Violência extrema assusta moradores da região
A forma como os restos mortais foram encontrados causou forte repercussão entre moradores da Região Metropolitana e da Região Carbonífera. O caso segue sob investigação e a Polícia trabalha para localizar o restante dos corpos e identificar todos os envolvidos.
Enquanto isso, familiares aguardam respostas em meio a um dos crimes mais brutais registrados recentemente no Estado.
fonte: Correio do Povo
Editado por Jefferson
Gauchão
Leia também:
Brigada Militar
intensifica Operação Escola Segura em diversas regiões do RS
FRIO
INTENSO: Serra Gaúcha registra temperaturas negativas e amanhece coberta por
geada
TRAGÉDIA NA
RS-020: colisão frontal deixa um morto e bloqueia rodovia em Gravataí
Tragédia na
RSC-153: colisão entre carro e SUV deixa um morto e sete feridos em Passo Fundo
👉 Salve nosso site nos favoritos e acompanhe atualizações em tempo real!
Depois de oito anos, está confirmada a volta de um dos eventos mais tradicionais da região: o Festival Nacional do Salame.. Veja o que aconteceu →
⏱️ Tempo de leitura: 1 a 2 minutos
Meta descrição
Mistério no Rio Jacuí: Polícia identifica restos mortais de duas mulheres desaparecidas e investiga execução ligada à guerra entre facções no RS.
SEO Completo
Palavra-chave principal:
restos mortais encontrados no Rio Jacuí
Palavras-chave secundárias:
- mulheres desaparecidas em Charqueadas
- facções criminosas no RS
- crime em Triunfo
- duplo homicídio no Rio Grande do Sul
- Os Manos e Bala na Cara
- investigação Polícia Civil RS
Título SEO:
Mistério no Rio Jacuí: restos mortais identificados revelam execução ligada a facções no RS
URL amigável:
/misterio-rio-jacui-restos-mortais-faccoes-rs




0 COMENTÁRIOS. AQUI:
Postar um comentário