Casos de hantavírus seguem sob vigilância no Paraná enquanto OMS monitora mortes em navio internacional
O hantavírus voltou ao centro das atenções internacionais após um possível surto registrado em um cruzeiro no Oceano Atlântico deixar três mortos e mobilizar autoridades de saúde em diversos países. Enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) acompanha o caso de perto, o Paraná confirmou dois casos da doença e mantém outros 11 sob investigação.
Os casos confirmados no estado ocorreram nos municípios de Pérola d’Oeste e Ponta Grossa, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Outras 21 notificações já foram descartadas pelas equipes de vigilância epidemiológica.
O alerta internacional ganhou força após cinco infecções serem confirmadas no navio MV Hondius, que fazia uma viagem entre a Argentina e Cabo Verde transportando cerca de 150 passageiros de diferentes nacionalidades. Até o momento, três mortes foram registradas.
OMS monitora situação e descarta cenário semelhante à Covid-19
Com a repercussão do caso nas redes sociais, surgiram comparações com a pandemia de Covid-19. No entanto, a OMS descartou a possibilidade de um cenário semelhante.
Segundo a epidemiologista Maria van Kerkhove, o hantavírus possui características muito diferentes.
“Isto não é Covid, isto não é gripe”, afirmou durante coletiva realizada nesta quinta-feira.
A especialista explicou que a transmissão do hantavírus é mais limitada e ocorre principalmente pelo contato indireto com secreções de roedores silvestres infectados.
Como ocorre a transmissão do hantavírus
A hantavirose é considerada uma doença grave e potencialmente fatal. A contaminação acontece geralmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes ou saliva de ratos silvestres.
O risco aumenta em ambientes fechados, depósitos, galpões, áreas rurais e locais pouco ventilados.
As autoridades reforçam que varrer fezes secas de roedores pode espalhar partículas contaminadas pelo ar, aumentando o risco de infecção.
Sintomas da hantavirose
Os sintomas iniciais podem parecer semelhantes aos de outras doenças virais, o que dificulta o diagnóstico precoce.
Entre os principais sinais estão:
- Febre alta
- Dores musculares
- Dor de cabeça
- Náuseas
- Diarreia
- Dor abdominal
Nos casos mais graves, a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória aguda.
Paraná mantém monitoramento ativo
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná informou que a doença segue sob controle no estado, mas o monitoramento permanece contínuo devido ao alerta internacional.
Atualmente, não existe tratamento antiviral específico para hantavirose. Por isso, especialistas destacam que o atendimento médico rápido pode ser decisivo para evitar complicações graves.
A recomendação é procurar atendimento imediatamente ao surgimento dos primeiros sintomas, especialmente após contato com locais infestados por roedores.
Fonte: ND+
Editado por Jefferson
Gauchão
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