Marau está oficialmente no livro dos recordes da vida loka: a Polícia Civil realizou a maior apreensão de ecstasy já vista na cidade. Se alguém estava contando com uma rave animada no fim de semana, pode ir trocando o look neon por uma xícara de chimarrão, porque a festa acabou antes de começar.
Foram centenas de comprimidos coloridos que, ao
invés de virarem trilha sonora de batidas eletrônicas, agora vão decorar a
prateleira de provas da delegacia. Além da droga, também caíram na rede
dinheiro, carros e celulares — basicamente o kit de sobrevivência do tráfico
local.
O delegado não poupou palavras:
“Essa apreensão é um duro golpe no tráfico em
Marau.”
Ou seja: se o tráfico fosse um time de futebol,
estaria levando goleada em casa, com direito a vaia da torcida.
E a cidade? Bom, agora pode se orgulhar de ter
entrado para a história. Não pelo vinho, não pelo progresso, mas pelo recorde da maior coleção de balinhas psicodélicas
já vistas em Marau.
Esse é o nosso Brasil-sil-sil: cada município se destacando como pode. Uns plantam soja, outros colhem ecstasy.
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